quinta-feira, 31 de julho de 2008

Amo-te

amo-te quanto em largo, alto e profundo
a minha alma alcança quando transportada
sente, alongando aos olhos deste mundo os fins do ser e a graça entressonhada
amo-te em cada dia hora e segundo,
a luz do sol, na noite sossegada
e é tão pura a paixão de que me inundo
quanto o pudor dos que não pedem nada
amo-te com o doer das velhas penas
com risos, com lagrimas de prece
a fé da minha infância, ingênua e forte
amo-te até nas coisas mais pequenas...
por toda vida, e se assim Deus o quiser
ainda mais te amarei depois da morte...


(Manuel bandeira)
beijos...
Diana Oliveira.

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